Liberação de De Quervain Folheto Consentimento

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Por que esta cirurgia foi recomendada

O Dr. Kieran Hirpara, cirurgião de membros superiores no Mater Private Hospital Rockhampton, começa com as opções menos invasivas adequadas ao seu caso. A liberação de De Quervain consiste na abertura do túnel de tecido que envolve os dois tendões do polegar no punho, permitindo que eles deslizem sem atrito. Geralmente a indicamos quando outros tratamentos não proporcionaram alívio suficiente.

Em geral, os pacientes são encaminhados à nossa clínica pelo médico de família; caso um fisioterapeuta tenha sugerido que nos procurasse, ainda assim será necessário um encaminhamento do seu médico de família para que você tenha direito ao reembolso do Medicare. Na sua consulta, colhemos o histórico clínico, examinamos o seu punho e solicitamos exames de imagem, se necessário, para confirmar a causa da dor. Para essa condição, o tratamento não cirúrgico costuma ser o primeiro passo: uma injeção de cortisona, que é o tratamento inicial preferencial, frequentemente associada ao uso de uma tala e à fisioterapia da mão. Uma única injeção de cortisona aliviou os sintomas em 82% dos pacientes; mais da metade permaneceu sem sintomas por pelo menos 12 meses. Injeções repetidas também podem ser eficazes. A cirurgia é considerada quando as injeções e o uso da tala não controlam a dor, ou quando os sintomas são graves o suficiente para afetar a vida diária. O objetivo da operação é aliviar a dor e permitir que você volte a usar o polegar e o punho normalmente.

Antes da operação

O seu cirurgião confirmará o diagnóstico na consulta, geralmente através de um exame suave do pulso e, se necessário, de exames de imagem como raio-X, ultrassom ou ressonância magnética para planejar a operação. Na maioria dos casos, não é preciso nada mais antes do dia da cirurgia. Se você tiver outras condições médicas, poderá precisar de exames de sangue ou de uma avaliação com o anestesista. No dia da operação, pare de comer e beber sete horas antes; pedimos isso para que a sua cirurgia possa ser antecipada caso a lista de cirurgias do bloco operatório se adiante. O seu cirurgião informará quais dos seus medicamentos habituais devem ser suspensos. Leve uma lista por escrito de todos os medicamentos que toma. Providencie alguém para levá-lo para casa após a cirurgia, e use roupas largas e confortáveis, cuja manga deslize facilmente acima do pulso.

No dia da cirurgia

Você chega à unidade de admissão cirúrgica do hospital, onde é registrado e preparado para a sala de operações. Em seguida, encontra-se com o anestesista. Esta cirurgia pode ser realizada sob anestesia local (uma injeção que adormece apenas a área da operação, mantendo o paciente acordado) ou sob anestesia geral (o paciente fica completamente inconsciente). A maioria das pessoas opta pela anestesia local: a recuperação é mais rápida e é possível ir para casa logo após a cirurgia. Caso prefira ficar dormindo, essa também é uma escolha válida; converse sobre isso com seu cirurgião e anestesista.

Em seguida, você é levado para a sala de operações, onde a cirurgia é realizada. Depois, acorda na sala de recuperação, onde os enfermeiros o monitoram enquanto a anestesia vai passando. Quando seu estado se estabiliza, você é encaminhado para o quarto ou vai para casa, dependendo do tipo de procedimento e da sua recuperação.

O que envolve a operação

A operação é chamada de liberação do primeiro compartimento dorsal. Trata-se do túnel de tecido localizado no lado do polegar do seu pulso, que comprime dois tendões ao passarem por ele. O cirurgião faz um pequeno corte sobre esse túnel, no lado do polegar do pulso, e abre o túnel para que os tendões possam deslizar livremente.

Às vezes, um dos dois tendões fica num espaço separado dentro do túnel, dividido por uma parede de tecido. Se o cirurgião identificar isso durante a operação, também abrirá esse espaço, de modo que ambos os tendões fiquem livres.

Assim que os tendões começam a deslizar sem atrito, o cirurgião fecha o corte com pontos e cobre a área com um curativo. Você deve manter esse curativo por cerca de 10 dias, conforme descrito na seção seguinte.

A operação inteira é um procedimento breve e específico, realizado numa pequena área do seu pulso. Você poderá ir para casa no mesmo dia, recebendo instruções sobre como cuidar do ferimento.

Após a operação

Você acorda na sala de recuperação, onde as enfermeiras ficam de olho em você enquanto o efeito da anestesia passa. Geralmente, o procedimento é feito como cirurgia ambulatorial, portanto você deve ir para casa no mesmo dia; porém, ocasionalmente os pacientes permanecem durante a noite. Alguém deve ficar com você nas primeiras 24 horas. O seu pulso terá um curativo sobre os pontos, e deixamos esse curativo por cerca de 10 dias; por favor, não o retire antes disso, a menos que receba instruções em contrário. Trocamos ou retiramos o curativo quando o examinamos. Você pode mover os dedos, o polegar e o pulso conforme se sentir confortável; a maioria das pessoas começa a usar a mão para tarefas leves imediatamente. Muitas pessoas sentem alívio já no primeiro ou segundo dia.

Recuperação

Muitas pessoas percebem alívio já no primeiro ou segundo dia, após a abertura do túnel comprimido, permitindo que os tendões deslizem livremente. É normal sentir um pouco de dor e inchaço ao redor da incisão nos primeiros dias. Repousar com a mão elevada sobre um travesseiro ajuda a aliviar esses sintomas, assim como movimentos suaves dos dedos, do polegar e do punho, conforme a tolerância permitir.

Você pode usar a mão para tarefas leves imediatamente. Mantenha a curativo limpo e seco, deixando-o no lugar até que o revisemos. A fisioterapia da mão após a cirurgia será conduzida por Ruby Doolan, da Extend Rehabilitation. Sua terapeuta orientará você nos exercícios simples para garantir que os tendões continuem a deslizar sem problemas, e confeccionará uma tala, se necessário.

À medida que o inchaço diminui, as atividades cotidianas tornam-se mais fáceis. Você notará que a força de preensão e os movimentos do polegar retornam gradualmente. Quando conseguir segurar objetos e girar um volante sem proteger a mão, e a incisão estiver confortável, geralmente poderá voltar a dirigir; consulte nossa página sobre Dirigir após cirurgia no membro superior. O retorno ao trabalho e a outras atividades pode ser feito conforme sua tolerância e força permitirem.

A recuperação varia de pessoa para pessoa. Seu cronograma pode ser diferente, e seu cirurgião e terapeuta da mão o guiarão ao longo do processo.

O que pode dar errado

A maioria dos pacientes se recupera bem, mas, ocasionalmente, podem surgir problemas. Seu cirurgião e a equipe monitoram você de perto para detectar qualquer problema precocemente.

Às vezes, o túnel não é completamente aberto, ou um tendão sai de seu sulco ao deslizar. Você pode notar a mesma sensação de travamento ou compressão que sentia antes da cirurgia, ou uma sensação de estalo na base do polegar ao movê-lo. Se isso acontecer, mencione-o na próxima consulta de acompanhamento. Uma nova cirurgia pode reconstruir o túnel e fixar os tendões no lugar caso eles continuem a sair de posição.

Os nervos responsáveis pela sensibilidade na parte de trás da mão e no polegar passam próximo ao túnel. Se algum deles for irritado durante a cirurgia, você pode sentir formigamento, dormência ou uma sensação aguda, como choque elétrico no polegar ou na parte de trás da mão. Na maioria dos casos, essas sensações desaparecem; porém, informe seu cirurgião caso não desapareçam ou se pareçam piorar em vez de melhorar.

A recuperação também pode demorar mais do que o esperado. Algumas pessoas sentem dor e rigidez por semanas, e não apenas dias, o que pode ser frustrante. Se o pulso ainda estiver dolorido após um período razoável, ou se o alívio esperado não ocorreu, mencione isso na consulta de acompanhamento para que possamos avaliar a situação.

Ocasionalmente, uma injeção de cortisona aplicada antes da cirurgia não surte o efeito desejado, e a dor persiste. Se esse foi o seu caso, isso não significa que algo deu errado com seu pulso; apenas indica que a cirurgia é o próximo passo adequado para você.

A tabela de complicações nesta página apresenta as taxas típicas, caso você queira conhecer os detalhes.

Quando nos contatar

A maioria das pessoas se recupera sem problemas, mas alguns sintomas exigem atenção imediata. Contate-nos se tiver febre, se o ferimento ficar mais vermelho ou começar a secretar líquido, ou se a dor piorar repentinamente. Procure o pronto-socorro se houver inchaço ou dor na panturrilha, ou dificuldade para respirar. Ligue para nós imediatamente se a mão ou o polegar ficarem dormentes e permanecerem assim, ou se você não conseguir mover os dedos ou o polegar. Quando tiver dúvidas, entre em contato conosco.

Onde ler mais sobre a condição

Esta página trata da própria cirurgia. A condição que ela trata, incluindo as evidências sobre quando a cirurgia é benéfica e quando não é, são abordadas com mais detalhes na página Tenossinovite de De Quervain.


Evidence & references

This is the clinical evidence summary written for health professionals. It is technical, and it lists the research this page was built from. You do not need to read it to understand your treatment or to make a decision about it.

Anatomy & Pathophysiology

First Extensor Compartment Anatomy

  • A common septum is found between the abductor pollicis longus (APL) and extensor pollicis brevis (EPB) tendons in 80% of patients requiring surgical release for de Quervain tenosynovitis [2].
  • The first dorsal compartment of the wrist contains the APL and EPB tendons [7].
  • The fibrous and osseous components of the first extensor compartment of the wrist have been characterized in cadaveric studies [1].

Wrist Bony Anatomy

  • The wrist includes the distal radioulnar, radiocarpal, and ulnocarpal joints, as well as the eight carpal bones and their proximal and distal articulations [3].
  • The proximal row of carpal bones consists of the scaphoid, lunate, triquetrum, and pisiform [3].
  • The distal row of carpal bones consists of the trapezium, trapezoid, capitate, and hamate [3].
  • The distal radius has three articular components: the scaphoid fossa, the lunate fossa, and the sigmoid notch [7].
  • The concave elliptical distal radius is oriented in the sagittal plane with an average of 11 degrees of volar tilt [7].
  • In the frontal plane, the average radial inclination of the distal radius is 23 degrees [7].
  • Radial length is measured from the tip of the radial styloid to the ulnar articular surface and averages 13 mm [7].
  • The distal ulnar convexity articulates at the lesser sigmoid notch of the distal radius [3].
  • There is about a 20-degree inclination of the distal ulna at its articulation with the radius [3].

Wrist Ligaments and Soft Tissue

  • Extrinsic carpal ligaments connect the radius or the ulna to the carpus [8].
  • In general, volar wrist ligaments are stronger than dorsal ligaments [8].
  • The triangular fibrocartilage complex (TFCC) attaches to the ulnar margin of the lunate fossa of the radius and includes the ulnar collateral ligament, dorsal and volar radioulnar ligaments, articular disc, meniscal homologue, extensor carpi ulnaris sheath, and ulnolunate and ulnotriquetral ligaments [3].
  • The space of Poirier is a relatively thin area on the palmar side of the carpus situated between the radiolunotriquetral ligament and the radioscapocapitate ligament, overlying the palmar surface of the lunate [3].
  • The space of Poirier is a weak area vulnerable to instability where the distal carpal row separates from the lunate during a perilunate dislocation [8].
  • The dorsal radiocarpal ligament has a trapezoidal shape and passes from the dorsal rim of the distal radius to the lunate and the triquetrum [8].
  • The scapholunate interosseous ligament is C-shaped, consisting of dorsal, palmar, and interosseous portions, with the dorsal portion being the strongest and thickest [8].
  • The lunotriquetral interosseous ligament is C-shaped, with the volar portion being the thickest and strongest [8].

Wrist Biomechanics and Kinematics

  • The radius bears 80% of the axial load transmitted through the radiocarpal joint, while the ulna bears 20% in neutral ulnar variance [8].
  • Approximately 62° of wrist extension occurs through the radiocarpal joint [8].
  • Approximately 62% of wrist flexion occurs through the midcarpal joint [8].
  • The midcarpal joint is mostly responsible for 20° of radial deviation and 40° of ulnar deviation [8].
  • The midcarpal joint is responsible for the “dart thrower’s motion,” which involves moving from radial extension into ulnar flexion positioning of the wrist [8].
  • During wrist flexion from neutral, the proximal row translates dorsally [8].
  • During wrist extension from neutral, the proximal row translates palmarly [8].
  • The extensor carpi ulnaris (ECU) ulnarly deviates the wrist when the forearm is in pronation and extends the wrist when the forearm is supinated [2].
  • The ECU provides both static and dynamic support to the wrist [2].
  • The volar ECU sheath is adjacent to the TFCC, and ECU injury may coexist with concomitant TFCC injury [2].

Pathophysiology and Associated Conditions

  • Tenosynovitis of the ECU is a common cause of ulnar-sided wrist pain [2].
  • Painful dorsal wrist swelling may be the presenting symptom in rheumatoid arthritis, and tenosynovial swelling may contribute to de Quervain disease [11].
  • In rheumatoid arthritis, synovitis can spread and cause massive swelling in the shape of an hourglass, with the middle constricted by the extensor retinaculum [11].
  • The human wrist is described as the most complex articular system in the human body, with each carpal bone capable of moving in different degrees or directions dependent on hand position, motion, and force generation [4].

Physical Examination

  • Patients with ECU tenosynovitis present with tenderness over the ECU tendon [2].
  • Patients with ECU tenosynovitis present with swelling [2].
  • Patients with ECU tenosynovitis present with pain with resisted wrist extension [2].
  • Patients with ECU tenosynovitis do not have instability [2].
  • The ECU synergy test helps distinguish a TFCC injury from ECU tenosynovitis [2].
  • In the ECU synergy test, the patient rests the elbow of the supinated forearm on a table with the digits extended [2].
  • In the ECU synergy test, the examiner grasps the patient’s thumb and long finger and asks the patient to deviate the thumb radially against resistance [2].
  • In the ECU synergy test, the examiner’s other hand gently palpates the ECU and flexor carpi ulnaris [2].
  • The presence of pain during the ECU synergy test suggests pathology in the ECU rather than intra-articular pathology [2].

Imaging

  • Ultrasonography can be used to distinguish tenosynovitis from ECU subsheath injury in patients whose examination is equivocal [2].
  • MRI can be used to distinguish tenosynovitis from ECU subsheath injury in patients whose examination is equivocal [2].

Investigations

Magnetic Resonance Imaging

  • MRI has been an important diagnostic tool for hand and wrist imaging since its first report in 1986 [9].
  • The primary advantages of MRI compared with CT and radiography are improved tissue characterization, especially of soft tissues such as ligamentous structures and synovium, and the lack of ionizing radiation [9].
  • MRI is the modality of choice for imaging radiographically occult fractures of the hand and wrist [9].
  • Early MRI was limited by low magnetic field strength (0.15 T) and limited image options and processing [9].
  • Modern MRI is generally performed at 1.5T or 3T with a wide variety of imaging options and powerful image processing [9].
  • 3T MRI is much preferred for hand and wrist imaging, especially for imaging small fields of view [9].
  • Dedicated extremity magnets have been marketed, but their image quality is poor compared with conventional MR imaging [9].
  • 7T MRI has recently become approved for clinical use and has the potential to become a powerful tool for hand and wrist imaging as applications are developed [9].
  • MRI with contrast enhancement is most commonly used to determine whether soft-tissue lesions are solid or cystic or to better visualize erosions and synovial burden in rheumatologic imaging [9].
  • Dynamic contrast enhancement has been used with inconsistent results to assess for the presence of avascular necrosis in the lunate or scaphoid after injury [9].
  • MR angiography of the hand and wrist can be helpful in situations such as the diagnosis of hypothenar hammer syndrome [9].
  • MR arthrography can be performed for evaluation of triangular fibrocartilage and intercarpal ligament tears, but this is generally unnecessary with the increasing availability of high-field MRI [9].
  • The use of MRI for hand and wrist imaging was first reported in 1986 [9].

Radiography and Computed Tomography

  • Hybrid SPECT/CT has been used for the diagnosis of radiographically occult fractures of the wrist [5].
  • Cone-beam CT has been used in the diagnosis of scaphoid fractures [5].
  • CT and MRI have a diagnostic impact on wrist injuries in young adults [5].
  • Distal radioulnar joint stress radiography has been used for detecting radioulnar ligament injury [5].
  • Cine MRI has been used as a new approach to the diagnosis of scapholunate dissociation [5].
  • Radiographic stress views have been compared for scapholunate dynamic instability in a cadaver model [5].
  • Cone-beam computed tomography arthrography is an innovative modality for the evaluation of wrist ligament and cartilage injuries [5].
  • Simple plain radiographic signs and measures have been evaluated for the accuracy of diagnosing acute scapholunate ligament injuries of the wrist [10].
  • Radiographic clues have been used for determining carpal instability and treatment protocols for scaphoid fractures [10].

References

[1] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. ANATOMIC RECONSTRUCTION OF THE DISTAL RADIOULNAR LIGAMENTS > ANATOMY AND BIOMECHANICS.

[2] Aaos Comprehensive Orthopaedic Review 3. Tendinopathy of the Hand and Wrist* > VII. Extensor Carpi Ulnaris Tenosynovitis.

[3] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. NERVE INJURIES AT THE LEVEL OF THE HAND AND WRIST > ANATOMY.

[4] Green S Operative Hand Surgery. INTRODUCTION.

[5] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. ANATOMIC RECONSTRUCTION OF THE DISTAL RADIOULNAR LIGAMENTS > RADIOGRAPHIC TECHNIQUES.

[7] A Lange Medical Book Current Diagnosis Treatment In Orthopedics Fifth Edition. 2Musculoskeletal Trauma Surgery > FRACTURES AND DISLOCATIONS OF THE DISTAL AND MID-FOREARM.

[8] Aaos Comprehensive Orthopaedic Review 3. Carpal Instability* > II. Anatomy and Biomechanics (See Chapter 92).

[9] Orthopaedic Knowledge Update 13 Ebook Without Multimedia. Anatomy, Evaluation, Clinical Examination, and Imaging > Imaging: Advances in Imaging of the Hand and Upper Extremity > Magnetic Resonance Imaging.

[10] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. ANATOMIC RECONSTRUCTION OF THE DISTAL RADIOULNAR LIGAMENTS > DIAGNOSIS AND EVALUATION.

[11] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. THUMB CARPODNETACARPAL ARTHRODESIS WITH KIRSCHNER WIRE OR BLADE-PLATE FIXATION > SYNOVITIS OF THE WRIST.