Artroplastia com interposição de pirocarbono Folheto Consentimento

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Por que esta cirurgia foi recomendada

O Dr. Kieran Hirpara, cirurgião de membros superiores no Mater Private Hospital Rockhampton, começa com as opções menos invasivas adequadas ao seu quadro clínico. Geralmente, os pacientes são encaminhados à nossa clínica pelo médico de família; caso um fisioterapeuta tenha sugerido que você nos procure, ainda assim será necessário um encaminhamento do seu médico de família para que você tenha direito ao reembolso do Medicare. Na sua consulta, colhemos o histórico clínico, examinamos a sua mão e solicitamos exames de imagem, quando necessário, para identificar a causa da dor. No caso da artrite degenerativa crônica, geralmente tentamos primeiro tratamentos não cirúrgicos, como mudanças nas atividades diárias, terapia ocupacional ou uso de talas. A cirurgia é considerada somente quando essas medidas não proporcionam melhora suficiente.

Esta cirurgia substitui a superfície articular desgastada por um implante liso e durável, que funciona como um espaçador dentro da articulação. Ela é geralmente indicada para pessoas com artrite dolorosa no polegar ou nos dedos que não responderam ao tratamento não cirúrgico. É adequada para pacientes cuja artrite ainda está em estágio inicial, nos quais a remoção total da articulação seria um procedimento desnecessariamente agressivo. Também é indicada para pacientes jovens e ativos que desejam manter a altura e a mobilidade da articulação. O objetivo da cirurgia é aliviar a dor, mantendo o polegar ou os dedos funcionais e estáveis.

Antes da operação

Após a marcação da cirurgia, forneceremos instruções claras a serem seguidas nos dias que antecedem o procedimento. Você deverá suspender a ingestão de alimentos e líquidos sete horas antes da cirurgia. Pedimos que esse período seja de sete horas em vez de seis para que a operação possa ser antecipada caso a agenda cirúrgica permita. Também será necessário interromper o uso de alguns medicamentos antes da cirurgia; informaremos exatamente quais e quando. Leve uma lista por escrito de todos os medicamentos que toma, providencie alguém para levá-lo para casa e use roupas largas e confortáveis. Já teremos à disposição exames de imagem, como radiografias, e às vezes ressonância magnética ou ultrassonografia, para planejar a cirurgia. Caso tenha outras condições médicas, poderá ser necessário realizar exames de sangue ou uma avaliação com o anestesista.

No dia da cirurgia

Você virá à unidade de admissão cirúrgica do hospital, onde será registrado e preparado para a sala de operações. Antes da cirurgia, encontrará o anestesista. Esta operação é realizada sob anestesia geral; você ficará completamente inconsciente durante o procedimento. Alguns pacientes também podem receber um bloqueio nervoso regional para alívio da dor pós-operatória; o anestesista decide isso no dia da cirurgia, conforme as suas condições individuais. Em seguida, você será levado à sala de operações, onde a cirurgia será realizada.

Você acordará na sala de recuperação, onde as enfermeiras cuidarão de você enquanto a anestesia vai passando. Uma vez estabilizado, será encaminhado para o quarto do hospital ou poderá ir para casa, dependendo do tipo de procedimento e da sua recuperação.

Como é realizada a operação

O cirurgião faz um único corte sobre a articulação a ser operada. Por meio dessa abertura, remove as superfícies articulares desgastadas e ásperas que estavam causando sua dor. Em seguida, é inserido na articulação um implante de pirocarbono liso. O pirocarbono é um material durável e de baixa fricção que funciona como espaçador entre os ossos, permitindo que a articulação volte a deslizar em vez de se esfregar.

Dependendo da articulação, o cirurgião pode substituir um ou ambos os lados da articulação. Às vezes, apenas o osso de um lado é resurfaciado, e o implante preenche o espaço deixado após a remoção da superfície desgastada. O implante é moldado de modo a acompanhar o contorno natural da sua própria articulação, garantindo que se fixe firmemente e se mova conforme foi projetado.

Após a colocação do implante, o cirurgião verifica se o dedo ou o polegar está alinhado corretamente e se se move suavemente. Em seguida, a incisão é fechada com pontos de sutura e um curativo é aplicado por cima.

O objetivo de tudo isso é simples: proporcionar à sua articulação uma nova superfície lisa, de modo que os ossos não mais se esfreguem contra o osso artritico e exposto. Você irá para casa com o curativo no local, e o cirurgião explicará o que acontecerá a seguir.

Após a operação

A maioria dos pacientes permanece uma noite no hospital após esta operação, embora alguns possam ir para casa no mesmo dia. Você acordará na sala de recuperação e, quando estiver estável, será levado para o quarto. As enfermeiras virão verificar seu estado e administrar analgésicos conforme necessário. Sua mão ficará coberta por um curativo e uma tala, para permitir o repouso da articulação durante a cicatrização. Mantenha a mão elevada sobre um travesseiro enquanto estiver sentado ou deitado; isso ajuda a reduzir o inchaço. Deixamos o curativo por cerca de 10 dias; por favor, não o retire antes disso, a menos que lhe seja indicado. Trocamos ou removemos o curativo quando o examinarmos. Por favor, providencie alguém para ficar com você nas primeiras 24 horas após voltar para casa.

Recuperação

Nos primeiros dias, sua mão ficará dolorida e inchada; isso é normal. Manter a mão elevada sobre um travesseiro ajuda a reduzir o inchaço, e os analgésicos receitados aliviam o desconforto. A dor diminui gradualmente à medida que a articulação se acalma.

Ao receber alta do hospital, sua mão estará coberta por um curativo e por uma tala que mantém a articulação em repouso durante a cicatrização. Deixamos o curativo por cerca de 10 dias e o trocamos nas consultas de acompanhamento. A reabilitação após cirurgia de mão consiste em terapia ocupacional, não fisioterapia: suas consultas serão com Ruby Doolan, da Extend Rehabilitation. Ruby orientará sua terapia e confeccionará quaisquer talas necessárias ao longo do processo. Ela lhe ensinará exercícios suaves para manter os dedos em movimento e evitar a rigidez, além de orientá-lo à medida que a mobilidade retorna.

Em casa, você poderá realizar a maioria das atividades cotidianas com a outra mão, enquanto a mão operada se recupera. Não deve dirigir enquanto estiver usando a tala, pois ela impede uma pegada segura no volante. Após a retirada da tala e com autorização do cirurgião, você poderá voltar a dirigir; consulte nossa página sobre Dirigir após cirurgia no membro superior. O retorno às atividades que exigem levantamento de pesos ocorre por último, quando seu terapeuta considerar que a articulação suporta bem a carga.

Com o passar das semanas, o inchaço diminui, a força de preensão aumenta e a articulação ganha maior mobilidade. Muitas pessoas percebem que a dor diminui bem antes de recuperarem toda a força. A recuperação varia de pessoa para pessoa, portanto seu cronograma pode ser diferente; seu cirurgião e terapeuta de mão o orientarão em cada consulta.

O que pode dar errado

A maioria dos pacientes tem bons resultados, mas, ocasionalmente, podem surgir problemas. Seu cirurgião e a equipe monitoram você de perto para detectar qualquer problema precocemente.

Com o tempo, o implante pode afrouxar. Você pode notar uma dor profunda e latejante na articulação que não melhora com analgésicos comuns, ou um novo som de clique ou atrito ao mover a mão. Informe seu cirurgião na próxima consulta de acompanhamento caso isso ocorra.

O implante também pode “afundar” no osso, às vezes causando fraqueza ou retorno da dor. A articulação pode mudar de forma ou tornar-se instável, fazendo com que o dedo pareça “deslocar-se” ou “ceder”. Mencione isso na sua consulta de acompanhamento.

Pode haver rigidez na articulação e a dor pode persistir. Se a articulação não dobrar ou esticar tanto quanto esperado, ou se a dor permanecer intensa, seu cirurgião avaliará a causa.

Às vezes, o osso ao redor do implante sofre alterações. Geralmente isso não gera sintomas e é detectado nos raios-X durante os exames de rotina; portanto, continue comparecendo às consultas mesmo quando a mão parecer normal.

Caso a artroplastia não funcione, existem métodos confiáveis para lidar com isso. No caso de uma articulação digital, o implante defeituoso pode ser removido e os ossos de ambos os lados unidos para que o dedo fique “fundido” numa posição útil. Isso geralmente é feito com um pino metálico; às vezes, utiliza-se um pequeno enxerto ósseo para manter o dedo num comprimento adequado. Após o procedimento, a mão leva algum tempo para se adaptar e o dedo fica mais rígido do que antes, porém a dor geralmente desaparece.

No caso da articulação do polegar, o implante defeituoso pode ser removido juntamente com o pequeno osso adjacente. Trata-se de uma cirurgia bem estabelecida, que alivia de forma confiável a dor causada pelo implante falho.

Se notar vermelhidão crescente, calor ou aumento da dor ao redor da incisão, entre em contato com a clínica imediatamente. A tabela de complicações nesta página lista as taxas típicas, caso queira informações mais detalhadas.

Quando nos contactar

A maioria dos problemas após esta cirurgia é detetada precocemente; por isso, vale a pena saber o que observar. Contacte-nos se tiver febre, se a pele à volta da ferida ficar mais vermelha ou começar a secretar líquido, ou se a dor se tornar subitamente intensa. Dirija-se às urgências se notar inchaço ou dor na panturrilha, ou dificuldade em respirar, pois estes podem ser sinais de um coágulo sanguíneo. Contacte-nos imediatamente se a sua mão ou dedos ficarem dormentes, frios ou mudarem de cor, ou se não conseguir movê-los de todo. Em caso de dúvida, ligue-nos; preferimos ser informados de uma preocupação menor a deixar passar uma situação grave.

Onde ler mais sobre a condição

Esta página trata da própria operação. A condição que ela trata, incluindo o que as evidências indicam sobre quando a cirurgia é benéfica e quando não é, é abordada com mais detalhes na página Artrite Basal do Polegar.


Evidence & references

This is the clinical evidence summary written for health professionals. It is technical, and it lists the research this page was built from. You do not need to read it to understand your treatment or to make a decision about it.

Overview

  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered a viable option for patients with early trapeziometacarpal osteoarthritis who are unresponsive to conservative measures, where trapeziectomy may be considered too destructive and hemi or total arthroplasty overzealous [1].
  • Pyrocarbon interpositional arthroplasty provides pain relief and high patient satisfaction with good implant longevity [2].
  • Partial trapeziectomy with pyrocarbon arthroplasty provides excellent pain relief and high patient satisfaction for the treatment of trapeziometacarpal joint osteoarthritis [3].
  • The PyroDisk implant for treating advanced trapeziometacarpal arthritis did not demonstrate superiority over published outcome data of trapeziectomy with or without ligament reconstruction and tendon interposition [4].
  • The modified procedure of partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty increases active and passive range of movement at the trapeziometacarpal joint [5].
  • The modified procedure of partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty provides joint stability comparable to standard techniques [5].
  • The modified procedure of partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty provides pain relief comparable to standard techniques [5].
  • The modified procedure of partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty preserves thumb length [5].
  • The modified procedure of partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty preserves key pinch strength [5].
  • Long-term follow-up data for pyrocarbon disc interposition for the treatment of CMC1 osteoarthritis grade 2 to 3 in more than 150 thumbs has been reported [6].
  • Subjective and objective outcomes were similar following ligament reconstruction and tendon interposition and pyrolytic interpositional arthroplasty in patients with trapeziometacarpal arthritis [7].
  • Pinch strength was more improved following pyrolytic interpositional arthroplasty compared to ligament reconstruction and tendon interposition [7].
  • The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic scaphotrapeziotrapezoid osteoarthritis who intend to continue high-load activities involving wrist extension under load, such as tennis [8].

Anatomy & Pathophysiology

TMC Joint Biomechanics and Function

  • The thumb metacarpal is independent and articulates with the trapezium [15].
  • The thumb ray is the most divergent of the five rays of the hand [15].
  • The thumb has a more proximal and lateral position, allowing movement inward and outward from the palm [10].
  • The thumb is the master digit of the hand and represents the dominant element which gives value to all other digits [15].
  • The web space of the thumb is the largest and deepest web space in the hand [10].
  • The distal transverse ligament at the level of the thumb web is by far the deepest and most mobile commissural skeleton structure [11].

Surgical Anatomy and Vascularization

  • The most important structure in the thenar area is the recurrent branch (motor) of the median nerve [17].
  • Anatomic studies show that there is no single longitudinal incision in the proximal palm that completely avoids the palmar cutaneous branches of the median and ulnar nerves [17].
  • The "princeps pollicis" artery is the terminal branch of the radial artery that crosses the first intermetacarpal space [16].
  • The "princeps pollicis" artery runs along the ulnar side of the first metacarpal bone and along the volar surface of the adductor muscle [16].
  • The "princeps pollicis" artery emerges onto the subcutaneous palmar tissue at the level of the cutaneous flexion crease of the metacarpophalangeal joint [16].
  • At the metacarpophalangeal joint crease, the "princeps pollicis" artery divides into two terminal rami known as the collateral palmar arteries of the thumb [16].
  • Only 15% of anatomical dissections of the palmar arteries of the thumb fall into the classical layout category [16].
  • The ulnar collateral artery is the main artery in the second segment of the thumb and is more often easier to dissect than the radial collateral artery [16].
  • A subtendinous anastomosis situated at the level of the neck of the first phalanx acts as a moderator between the two collateral arteries [16].
  • The dorsal arteries of the thumb originate from palmar arteries (princeps, commissural, or anastomoses of the superficial arcade) at the level of the first metacarpal [16].
  • The ulnar dorso-collateral artery generally stems from the "princeps pollicis" onto the medial border of the neck of the first metacarpal [16].

Clinical Evaluation

  • A careful physical examination is essential to direct care and future testing if indicated [9].
  • Patients often have difficulty accurately describing their symptoms and may incorrectly attribute pathology to a perceived deficit [9].
  • Diagnostic tests such as imaging and serum laboratory studies can be expensive, time consuming, and often nonspecific [9].

Classification

  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered a treatment option for patients with early trapeziometacarpal osteoarthritis who are unresponsive to conservative measures [1].
  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered for patients in whom trapeziectomy may be considered too destructive and hemi or total arthroplasty overzealous [1].
  • Pyrocarbon interpositional arthroplasty is indicated for the treatment of trapeziometacarpal joint osteoarthritis [3].
  • The PyroDisk implant is used for the treatment of advanced trapeziometacarpal arthritis [4].
  • Pyrocarbon disc interposition is used for the treatment of CMC1 osteoarthritis grade 2 to 3 [6].
  • The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic STT OA who intend to continue high-load activities, particularly those involving wrist extension under load, such as tennis [8].

Clinical Presentation

  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered for patients with early trapeziometacarpal osteoarthritis who are unresponsive to conservative measures [1].
  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered for patients in whom trapeziectomy may be considered too destructive [1].
  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is considered for patients in whom hemi or total arthroplasty may be considered overzealous [1].
  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is indicated for the treatment of trapeziometacarpal joint osteoarthritis [3].
  • Pyrocarbon interposition arthroplasty is indicated for the treatment of advanced trapeziometacarpal arthritis [4].
  • Pyrocarbon disc interposition is indicated for the treatment of CMC1 osteoarthritis grade 2 to 3 [6].
  • The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic STT osteoarthritis who intend to continue high-load activities [8].
  • The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic STT osteoarthritis who intend to continue activities involving wrist extension under load, such as tennis [8].

Investigations

  • Clinical evaluation of the hand and wrist requires combining patient history with a careful physical examination to pinpoint or narrow the scope of possible pathologic processes [9].
  • Diagnostic tests such as imaging and serum laboratory studies are useful in determining pathology but can be expensive, time consuming, and often nonspecific [9].
  • The trapezium is clearly angled out in front of the carpal plane so that the first metacarpal makes an angle of about 45 degrees with the second metacarpal in the sagittal plane [20].
  • The articular surfaces of the trapezium and the base of the first metacarpal have a saddle shape in opposing planes [20].

Treatment

  • PyroDisk interposition has merit in patients with early trapeziometacarpal osteoarthritis unresponsive to conservative measures, in whom trapeziectomy may be considered too destructive and hemi or total arthroplasty overzealous [1].
  • Pyrocarbon interpositional arthroplasty provided pain relief and high patient satisfaction with good implant longevity [2].
  • Long-term follow-up data for pyrocarbon disc interposition for the treatment of CMC1 osteoarthritis grade 2 to 3 is available in more than 150 thumbs [6].
  • Subjective outcomes were similar following ligament reconstruction and tendon interposition and pyrolytic interpositional arthroplasty in patients with trapeziometacarpal arthritis [7].
  • Objective outcomes were similar following ligament reconstruction and tendon interposition and pyrolytic interpositional arthroplasty in patients with trapeziometacarpal arthritis, except for pinch strength [7].
  • Pinch strength was more improved following pyrolytic interpositional arthroplasty than ligament reconstruction and tendon interposition [7].
  • The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic scaphotrapeziotrapezoid osteoarthritis who intend to continue high-load activities, particularly those involving wrist extension under load, such as tennis [8].

Recovery

  • Partial trapeziectomy with pyrocarbon arthroplasty provides excellent pain relief and high patient satisfaction [3].
  • The modified procedure improves functional results by increasing active and passive range of movement at the trapeziometacarpal joint [5].
  • The modified procedure provides joint stability and pain relief comparable to standard techniques [5].
  • The modified procedure preserves thumb length and key pinch strength [5].
  • All subjective and objective outcomes were similar following ligament reconstruction and tendon interposition and pyrolytic interpositional arthroplasty, except for pinch strength [7].

Key Evidence

  • [L4] PyroDisk interposition has merit in patients with early disease unresponsive to conservative measures, in whom trapeziectomy may be considered too destructive and hemi or total arthroplasty overzealous. [1] (10.1177/1753193420981552)
  • [L4] Pyrocarbon interpositional arthroplasty provided pain relief and high patient satisfaction with good implant longevity. [2] (10.1177/1753193420906805)
  • [L3] Partial trapeziectomy with pyrocarbon arthroplasty may prove to be a successful option for the treatment of trapeziometacarpal joint osteoarthritis, providing excellent pain relief and high patient satisfaction. [3] (10.1177/1753193413519384)
  • [L4] The PyroDisk implant for treating advanced trapeziometacarpal arthritis did not demonstrate superiority over published outcome data of trapeziectomy with or without ligament reconstruction and tendon interposition. [4] (10.1016/j.jhsa.2014.07.011)
  • [L4] The modified procedure improves functional results by increasing active and passive range of movement at the TMCJ, providing joint stability and pain relief comparable to standard techniques, while preserving thumb length and key pinch strength. [5] (10.1177/1753193414553368)
  • [L4] This is the first study with long-term follow-up after pyrocarbon disc interposition for the treatment of CMC1 osteoarthritis grade 2 to 3 in more than 150 thumbs. [6] (10.1016/j.jhsa.2018.06.086)
  • [L3] All subjective and objective outcomes were similar following LRTI and pyrolytic interpositional arthroplasty in patients with TMC arthritis, except pinch strength, which was more improved following pyrolytic interpositional arthroplasty. [7] (10.1155/2019/7961507)
  • [Case_report] The Pyrocardan implant may be contraindicated in patients with symptomatic STT OA who intend to continue high-load activities, particularly those involving wrist extension under load, such as tennis. [8] (10.1016/j.jhsg.2026.100964)

References

[1] Re: Smeraglia F, et al. Partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty for trapeziometacarpal osteoarthritis: minimum 8-year follow-up. J Hand Surg Eur. 2020, 45: 472–6. Journal of Hand Surgery (European Volume). 2021. DOI: 10.1177/1753193420981552

[2] Partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty for trapeziometacarpal osteoarthritis: minimum 8-year follow-up. Journal of Hand Surgery (European Volume). 2020. DOI: 10.1177/1753193420906805

[3] Partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty for trapeziometacarpal joint osteoarthritis: results after minimum 2 years of follow-up. Journal of Hand Surgery (European Volume). 2014. DOI: 10.1177/1753193413519384

[4] Pyrocarbon Interposition (PyroDisk) Implant for Trapeziometacarpal Osteoarthritis: Minimum 5-Year Follow-Up. The Journal of Hand Surgery. 2014. DOI: 10.1016/j.jhsa.2014.07.011

[5] Re: Mariconda et al. Partial trapeziectomy and pyrocarbon interpositional arthroplasty for trapeziometacarpal joint osteoarthritis: results after minimum 2 years of follow-up. J Hand Surg Eur. 2014, 39: 604–610. Journal of Hand Surgery (European Volume). 2014. DOI: 10.1177/1753193414553368

[6] Long-Term Follow-Up After Pyrocarbon Disc Interposition for Thumb CMC Osteoarthritis. The Journal of Hand Surgery. 2018. DOI: 10.1016/j.jhsa.2018.06.086

[7] Tendon versus Pyrocarbon Interpositional Arthroplasty in the Treatment of Trapeziometacarpal Osteoarthritis. BioMed Research International. 2019. DOI: 10.1155/2019/7961507

[8] Game, Set… Revision! A Case Report of a Tennis Player Who Smashed His Scaphotrapeziotrapezoid-Joint Pyrocardan Implant Twice. Journal of Hand Surgery Global Online. 2026. DOI: 10.1016/j.jhsg.2026.100964

[9] Orthopaedic Knowledge Update 13 Ebook Without Multimedia. Anatomy, Evaluation, Clinical Examination, and Imaging > Evaluation and Clinical Examination: Current Concepts.

[10] Exam Of The Hand Wrist 2Ed. INTRODUCTION.

[11] Exam Of The Hand Wrist 2Ed. Functional cutaneous units.

[15] Exam Of The Hand Wrist 2Ed. The arches of the hand > The metacarpal arch.

[16] Exam Of The Hand Wrist 2Ed. Techniques of investigation of the arterial supply by J P Melki > Vascularization of the thumb > Palmar aspect.

[17] Campbell S Operative Orthopaedics 4 Volume Set. RESULTS OF SUTURE OF THE SCIATIC NERVE > PALMAR INCISIONS.

[20] Exam Of The Hand Wrist 2Ed. 1.1 SKELETON OF THE HAND > The osseous skeleton.